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2 mi de seguidores

Morador de Maringá cria a 'UFSexo' e bomba nas redes sociais

Publicado por Nailena Faian, 09:30 - 08 de Dezembro de 2019

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Foto: Reprodução/Facebook

Um morador de Maringá está bombando nas redes sociais com o lançamento do curso online “Como ser puta na cama”. As inscrições tiveram início na semana passada e já são centenas de inscritos.


Inscritos, no masculino, porque não é direcionado somente para mulheres, mas para “todas as pessoas que gostam de dar”, conforme diz o criador do curso, o terapeuta sexual Mahmoud Baydoun, de 29 anos. O projeto faz parte de algo maior: a “Universidade Fuderal do Sexo (UFSexo)”, que em breve terá novos cursos.


Somente no Instagram Baydoun acumula mais de 2 milhões de seguidores. Grande parte veio por conta de sua participação no Big Brother Brasil na edição de 2018. Mas, agora, o que impulsiona os posts e atrai novos fãs é seu jeito simples e direto de falar sobre sexualidade e também seus vídeos e fotos nada tradicionais.


“Antes, eu investia em congressos, palestras e tinha uma linguagem mais rebuscada para falar sobre sexualidade. Percebi que essa linguagem não chega nas pessoas e o que a gente quer é se aproximar delas”, diz o terapeuta ocupacional.



Baydoun é nascido em Manaus, na Amazônia, e morou a maior parte da vida em Porto Velho, capital de Rondônia, e ainda por 13 anos no Líbano, país da Ásia Ocidental. Foi neste ano que ele resolveu se mudar para Maringá, onde encontrou uma equipe que o ajudou a desenvolver o curso “Como ser puta na cama”.


O agora morador de Maringá explica que apesar de ter um nome popular, o curso é todo embasado em teorias da ciência e da psicologia.



“Usamos essa palavra puta porque é algo transformador. Na realidade, puta era uma deusa. Nós discutimos esse conceito no curso. Foi ao longo da história que a palavra acabou tendo um significado ruim”, explica.



De acordo com ele, o objetivo do curso é fazer com que os participantes se empoderem sexualmente. “Muitas mulheres são reprimidas ao falarem sobre sexo. Quero que elas se libertem, sejam livres e se sintam à vontade sobre isso”, finaliza.

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