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Milionários: Maringá e região têm 180 'super-ricos'

Publicado por Redação GMC Online, 09:09 - 07 de Dezembro de 2019

Em Maringá e região, 180 pessoas podem ser enquadradas em um seleto grupo dos "super-ricos". São indivíduos donos de patrimônios milionários e que representam uma parcela mínima da população regional que declara Imposto de Renda - mais precisamente 0,06%.


Segundo levantamento feito pela Receita Federal, a pedido do Portal GMC Online, apenas 180 contribuintes pessoas físicas informaram, este ano, rendimentos superiores a R$ 15 milhões e bens acima de R$ 30 milhões.


Os números foram repassados pela Superintendência Regional da Receita Federal na 9ª Região Fiscal (Paraná e Santa Catarina) e levam em consideração contribuintes dos 155 municípios jurisdicionados pela Delegacia da Receita Federal em Maringá.


No Imposto de Renda de 2019, ano-base 2018, 273.345 declarações de foram entregues em Maringá e região.


Diferenciados


Esses contribuintes "super-ricos" foram submetidos a acompanhamento diferenciado ou especial em 2019. Isso porque ainda em em dezembro de 2018, a Receita Federal publicou portarias estabelecendo parâmetros para a indicação desses contribuintes.


Trata-se de pessoas físicas e jurídicas que um vez juntas correspondem por mais da metade da arrecadação federal. Os parâmetros são atualizados anualmente. De acordo com a portaria, foram indicadas para monitoramento especial pessoas físicas que informaram em 2017 rendimentos superiores a R$ 15 milhões.


Mais milionários


Em 2019, o número de milionários no Brasil chegou a 259 mil, o que representa um aumento de 19,35% em comparação com o ano anterior, quando eram 217 mil milionários. Os dados são do Global Wealth Report, publicação anual do Credit Suisse Research Institute sobre a riqueza em todo o mundo, e consideram os valores em dólares - ou seja, quem tem patrimônio acima de US$ 1 milhão.


A alta brasileira de milionários foi a sexta maior do mundo, atrás de Holanda, Alemanha, China, Japão e Estados Unidos.


A previsão é de que, até 2024, o crescimento do número de milionários seja de 23%, chegando a 319 mil pessoas. A pesquisa estima que o 1% mais rico da população brasileira detém 49% de toda a riqueza familiar do País, que chega a US$ 3,5 trilhões.


O resultado é ainda mais impressionante no caso dos chamados ultra-ricos, que têm patrimônio acima de US$ 50 milhões: o Brasil teve a segunda maior alta global, atrás apenas dos Estados Unidos. Enquanto os EUA ganharam 4,2 mil ultra-ricos, o Brasil viu o número subir em 860 pessoas entre 2017 e 2018.


Com Agência Estado

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Foto: Ilustrativa/Freepik

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