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Paraná

Corpo é liberado para enterro, mas retorna ao IML com marcas de tiros

Publicado por Banda B, 14:14 - 13 de Novembro de 2019

Familiares de Silmar Alex Amorim, encontrado morto na última sexta-feira (8), dentro de um carro batido na zona rural de Itaperuçu, na região metropolitana de Curitiba, afirmam que o corpo do parente retornou ao Instituto Médico Legal (IML), mesmo após ter sido liberado.


O laudo preliminar confirmou morte por “acidente de trânsito”, mas na verdade, o homem foi assassinado a tiros. A família já se preparava para o enterro, quando teriam encontrado três tiros na nuca da vítima.



Leia também: No Paraná, velório é interrompido e família chama IML para buscar corpo.



Cunhado da vítima, Edson Cavalari contou que Silmar havia saído pela manhã para resolver problemas particulares e a família ficou sabendo da morte durante a noite.


“Ele foi encontrado dentro do carro batido na árvore. Com a perícia chamada, foi constada a morte por acidente, mas mesmo assim suspeitamos de algo errado. O corpo foi levado ao IML e voltamos para casa, foi na funerária que encontraram três furos na nuca”, explicou.


Com a suspeita dos disparos, o IML teria sido novamente chamado para recolhimento do corpo e um laudo complementar confirmado, então, o homicídio. “Pelo que a gente percebe, foi um exame superficial e que resultou em erro, é bem complicado”, criticou Cavalari.


Com a prioridade dada ainda na sexta, o corpo foi liberado e enterrado no sábado (9). A família mora em Rio Branco do Sul.


Sobre o crime, a Banda B entrou em contato com a Delegacia de Rio Branco do Sul. O delegado Rafael Bacellar contou que exames confirmaram os ferimentos por arma de fogo e que o caso está sendo investigado pela polícia.


“As investigações realizadas, junto com os exames no local e o exame de necropsia, revelaram que na verdade a vítima apresentava ferimentos por arma de fogo, sobretudo na região da cabeça. Tal fato mostra que houve crime contra a vida da vítima e agora a Polícia Civil está investigando”, disse Bacellar.


A Banda B procurou a Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp) para falar sobre o caso, mas até o fechamento desta reportagem não recebeu resposta.


Leia mais reportagens do Paraná no Portal Banda B.


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Foto: Divulgação

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