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DJ Rennan da Penha assina contrato com a Sony Music

Publicado por Agência Estado, 08:27 - 11 de Dezembro de 2019

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Foto: Divulgação

O DJ Rennan da Penha, criador do Baile da Gaiola e um dos idealizadores do funk 150 bpm, assinou um contrato com a Sony Music. O primeiro projeto será um DVD gravado ainda em janeiro, de acordo com a gravadora.


"Ver minha música entrando em diferentes horizontes, tocando em outros países, eu nunca achei que isso ia acontecer na minha vida", disse Rennan em um comunicado. "Sempre achei que eu ia ser só o Rennan do complexo da Penha e que minhas músicas fossem ficar apenas nas comunidades do Rio de Janeiro. Hoje estou muito feliz de estar aqui, de vocês poderem me auxiliar na minha carreira e a gente crescer cada vez mais. Muito obrigado. Vocês fazem parte do meu sonho que é ser um dos maiores DJs do Funk. E sempre sem esquecer a favela", conclui o DJ.

Rennan da Penha acumula diversas parcerias de sucesso, como nos singles Hoje Eu Vou Parar Na Gaiola e Brota Na Penha, com Livinho, com mais de 267 milhões de visualizações no YouTube.


Renan Santos Da Silva, mais conhecido como DJ Rennan da Penha, é um dos maiores produtores do cenário carioca. De origem humilde, criado na Penha, zona Norte do Rio, ainda jovem iniciou sua carreira como DJ e, hoje, aos 25 anos, é o vencedor do Prêmio Multishow 2019 de Produtor do ano, voltando a viver seu sonho. Rennan tem sido um dos principais impulsionadores do funk carioca.


Segundo a Sony Music, além do DVD, a gravadora vai dar suporte para o DJ produzir e montar com ele a estrutura de um show completo.


Rennan da Penha foi solto após decisão do STF sobre segunda instância


Em abril, Rennan foi preso após ter sido inocentado em primeira instância das acusações de associação ao tráfico de drogas. Ele foi condenado em segunda instância, porém, após recurso do Ministério Público do Rio. A decisão causou revolta nas redes sociais e entre artistas e defensores dos direitos humanos.


O músico foi solto em novembro após a decisão do STF que diz que condenados em segunda instância só poderão ser presos quando se esgotam todos os recursos.


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