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Maringaense Rogerinho coroa fase iluminada com medalha no Pan

Publicado por Chrystian Iglecias, 17:20 - 07 de Agosto de 2019

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Rogerinho, no plano principal, com a medalha de bronze dos Jogos Pan-Americanos. Foto: Arquivo Pessoal

Aos 24 anos, o líbero maringaense Rogerinho já tem uma vasta trajetória pelas seleções brasileiras de base. Colecionador de títulos e prêmios individuais, o atleta de 1,66m passa por um momento iluminado no voleibol. No Fiat/Minas desde 2016, quando disse adeus ao Maringá Vôlei, Rogerinho se transferiu em abril para o EMS Taubaté Funvic, time que conta com estrelas como Lucarelli, Lucão e Leandro Vissoto e que é o atual campeão da Superliga Masculina.


Como se não bastasse, o líbero representou a seleção brasileira nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, e conquistou a medalha de bronze no último domingo (4). Após ser eliminado pela seleção cubana na semifinal, o time verde-amarelo superou o Chile na disputa pelo terceiro lugar, por 3 sets a 0. O bronze no Pan é a 10ª medalha de Rogerinho desde que começou a defender as categorias de base da seleção brasileira.


Revelado no Colégio Regina Mundi, Rogerinho esteve presente nas primeiras temporadas do Maringá Vôlei, ainda como Moda, Ziober e Copel Telecom. Antes, ele passou pelas mãos da Associação Maringaense de Voleibol (Amavolei), que hoje possui o time feminino na briga por uma vaga na Superliga. 


O portal GMC Online entrou em contato com Rogerinho através da assessoria de imprensa da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) em meio à chegada do atleta em Taubaté (SP), onde ele se apresentou para iniciar a pré-temporada. 

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Rogerinho na época em que defendia o Maringá Vôlei. Foto: Arquivo Pessoal.

(GMC Online): Primeiramente, parabéns pela medalha e por levar o nome de Maringá para o mundo. Qual o gosto que fica depois dessa medalha de bronze? Apesar de não serem a "seleção principal", vocês esperavam o ouro ou estão satisfeitos com o terceiro lugar?


(Rogerinho): Satisfeitos não ficamos, mas estou feliz por dar a volta por cima e conseguir essa medalha. Sim, queria e acreditava que seria campeão, mas infelizmente não conseguimos.


(GMC) Você tem uma carreira longa nas seleções de base. Já se vê na seleção principal?


(Rogerinho): Integrar a seleção brasileira principal é um grande sonho e objetivo. Sei que não é fácil estar entre os melhores e estou trabalhando para um dia chegar lá.


(GMC) Você acaba de chegar no time campeão da última Superliga. Apesar da tradição do Minas, você considera esta mudança um salto na sua carreira?


(Rogerinho): Considero, sim, um salto na minha carreira. O EMS Taubaté Funvic é um time que tem mais responsabilidades e com elenco muito forte, e fazer parte desse grupo é muito importante para mim. Será um grande desafio.

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Foto: Arquivo Pessoal.

(GMC): Como está a expectativa para jogar ao lado de atletas consagrados como Lucarelli, Lucão e Vissoto?


(Rogérinho): Sem duvida será um grande desafio estar ao lado deles. Vou ter que me superar a cada treino e, se Deus quiser, um dia chegar ao nível em que eles se encontram.


(GMC) Você chama a atenção pela baixa estatura. Jogadores de 1,66 não são tão comuns. Você acredita que isso potencializa sua qualidade na posição de líbero?


(Rogerinho) Eu acho que eu consegui me adaptar com a minha altura. Falaram muito que isso seria negativo e colocaram dificuldades que eu trabalhei para superar. Fico muito feliz de conseguir realizar meu sonho independentemente da minha altura: 


(GMC): Seus inícios em Maringá foram no Colégio Regina Mundi, passando pela Amavolei até a passagem pelo Maringá Vôlei. Como Maringá te auxiliou no seu desenvolvimento?


(Rogerinho): Eu sou muito grato ao Dema (ex-técnico no Regina Mundi) e à família dele, que me acolheu de uma maneira que poucos fazem. Ele abriu as portas do voleibol para mim. Tudo foi muito rápido. Jogar pelo Regina mundi foi fundamental na minha carreira porque desde de que comecei o Dema me colocava pra jogar todos os campeonatos. Jogava o da minha idade até o adulto e isso foi criando uma bagagem e foi fundamental para mim. A passagem pelo Maringá Vôlei foi muito boa também. Jogar os três primeiros anos da Superliga em Maringá me deu suporte para depois sair de casa.

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Fã tieta Rogerinho e Lucarelli após uma partida da Superliga no Chico Neto. Foto: Fernando Tanaka.

Confira a lista de títulos de Rogerinho


 Seleção Brasileira:


Medalha de bronze no Pan (2019)
Campeão da Copa Pan-Americana (2015)
Campeão da Copa Pan-Americana sub-23 (2012)
Campeão da Copa Pan-Americana Juvenil (2015)
Campeão da Copa Pan-Americana Infantojuvenil
Campeão Sul-Americano sub-23 (2014 e 2016)
Vice-campeão Mundial Juvenil (2013)
Campeão Sul-Americano Juvenil (2014)
Campeão Sul-Americano Infantojuvenil
Campeão Sul-Americano Infantil


 Minas:


Vice-campeão mineiro (2016)


Regina Mundi:


Olimpíadas Escolares do Paraná (2011)
Jogos da Juventude do Paraná (2011)
Campeonato Paranaense da Juventude (2012)

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Rogerinho atuando pelo Minas. Foto: Arquivo Pessoal.

Prêmios Individuais


Melhor Recepção da Copa Pan-Americana de 2015
Melhor Líbero do Campeonato Mundial Sub-23 de 2017
MVP da Copa Pan-Americana Sub-23 de 2012
Melhor Líbero da Copa Pan-Americana Sub-23 de 2012
Melhor Defesa da Copa Pan-Americana Sub-23 de 2012
Melhor Recepção da Copa Pan-Americana Sub-23 de 2012
Melhor Líbero do Campeonato Sul-Americano Sub-23 de 2014
Melhor Recepção da Copa Pan-Americana Juvenil de 2015
Melhor Líbero da Copa Pan-Americana Juvenil de 2015
Melhor Líbero do Campeonato Sul-Americano Juvenil de 2014
Melhor Líbero do Campeonato Mundial Infantojuvenil de 2013
Melhor Recepção da Copa Pan-Americana Infantojuvenil de 2011
Melhor Líbero do Campeonato Sul-Americano Infantil de 2011

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Foto: Arquivo Pessoal

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