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Maringá

Gêmeas da natação são recebidas com festa no Aeroporto de Maringá

Publicado por Chrystian Iglecias, 14:40 - 17 de Setembro de 2019

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Débora e Beatriz ostentam as seis medalhas. Foto: Reprodução/WhatsApp

Foi apoteótico. Com direito a atraso no voo, as gêmeas Débora e Beatriz Borges Carneiro, da natação paralímpica maringaense, aterrissaram no Aeroporto Regional Sílvio Name Júnior exatamente às 12h58 e causaram um frisson. Com cinco medalhas do Parapan e mais uma do Mundial na bagagem, atletas chegaram acompanhadas do técnico André Yamazaki, da Apan Maringá.


Com o GOL G3-1110 já na pista de pouso, os patrocinadores e a família, principais responsáveis pela recepção, ainda acompanhavam tudo do 1º andar do aeroporto. As últimas a descerem, Débora e Beatriz foram saudadas por dezenas de pessoas através dos vidros transparentes e se encaminharam para o saguão. 


Cerca de 70 pessoas esperavam ansiosamente para que Bia e Débora "apontassem" na entrada do saguão, o que só foi acontecer por volta das 13h10. A cada "passageiro comum", um lamento e uma dose de ansiedade e mais. Quando as gêmeas foram vistas de longe, o barulho foi ensurdecedor.


Patrocinador oficial das nadadoras, a Unimed preparou uma chuva de papéis picados e bexigas estouradas. Os familiares, amigos e membros da Apan foram os responsáveis pelo calor humano. Os primeiros a pegar uma declaração de Débora, a que mais teve destaque nesta "saga" de exatamente um mês, a reportagem do portal GMC Online esteve presente e acompanhou tudo de pertinho.



"Ainda está difícil de cair a ficha que tudo isso realmente aconteceu. As minhas provas eram bem difíceis. Agora o objetivo é Tóquio-2020!", afirmou Débora Carneiro, após um abraço bastante emotivo com o pai Eraldo e a madrasta Mônica. 


 


Já pouco antes das 12h30, o pai Eraldo e a "mãedrasta" Mônica já se encontravam no Aeroporto Regional, juntamente com os avós das gêmeas e outros membros da família Carneiro. Ao portal, Eraldo e Mônica falaram sobre a expectativa pela chegada das filhas. 



"O coração está acelerado, batendo muito forte, esperando as gatinhas chegarem. Beijo, meninas!", disseram Eraldo e Mônica, ansiosos.



O avião saiu atrasado de São Paulo. Previsto para às 10h50, o embarque no Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU Airport) atrasou meia-hora. A chegada em Maringá, que estava marcada para as 12h45, ocorreu quinze minutos depois. Quando o barulho do "gigante" da GOL começou a dar o ar de sua graça, todos já sabiam: eram as heroínas.


Após uma volta inteira na pista de pouso, a aeronave parou logo à frente dos vidros transparentes que ficam no primeiro andar. Cerca de 20 pessoas saudaram as jovens e o técnico Yamazaki pela primeira vez. Já visivelmente com o coração "saindo pela boca", Débora e Beatriz se limitaram ao "tchauzinho pra galera".


Do desembarque até a chegada no saguão, foram mais 15 minutos, aproximadamente. Os familiares e amigos que estavam no primeiro andar desceram para o térreo e se juntaram aos atletas da Apan Maringá e o restante da família, que já esperavam lá embaixo.



No momento em que uma criança da Apan gritou "elas estão vindo!", todos se voltaram para a porta de entrada do saguão. "Bia! Débora!", gritavam os cerca de 70 "fãs" que foram receber as gêmeas. No fim, show de papel picado, banners e até outdoor do patrocinador em um local da cidade.



Confira uma galeria com os detalhes da chegada das gêmeas na Cidade Canção 

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