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Basquete

Beatriz Zanco

Maringaense é convidada para jogar nos EUA e sonha com a WNBA

Publicado por Chrystian Iglecias, 14:25 - 25 de Julho de 2019

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Beatriz se livra da marcação. Foto: Arquivo Pessoal

Jogar na Liga Americana é o sonho de qualquer jovem jogador de basquete - seja homem ou mulher. Na semana passada, a ala/pivô maringaense Beatriz Zanco, que irá completar 17 anos ainda neste mês, ficou um pouco mais perto desta conquista. Em uma daqueles “cestas de 3” do destino, os caminhos de Beatriz se cruzaram com os de Emerson Barbosa, um treinador brasileiro que vive e exerce a profissão nos Estados Unidos.


Por não poder treinar com o time da Associação Desportiva e Recreativa Maringá (ADRM), já que escolheu jogar por uma equipe de Toledo, a jovem foi participar de um treino com o time sub-17 masculino do projeto da Secretária de Esportes e Lazer (Sesp), comandado pela treinadora Marilza Gonzaga Xavier, a Branca, no ginásio Valdir Pinheiro (Vila Olímpica). Entre os homens, Beatriz Zanco se destacou e encheu os olhos de Emerson Barbosa, que assistia à atividade.



“Nesse treino ele me viu fazendo uma jogada, me chamou de canto e falou que gostou muito de mim, que tenho potencial e me convidou para ir para Miami”, explicou Beatriz.



Ainda que o convite tenha sido acordado apenas verbalmente, tudo indica que a jovem maringaense irá viver na Flórida a partir de janeiro do próximo ano. Perguntada sobre o sonho de jogar na Women’s National Basketball Association (WNBA), a “NBA Feminina”, Beatriz optou pela modéstia.

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Beatriz se prepara para um lance livre. Foto: Arquivo Pessoal


“Inicialmente meu sonho era jogar na LBF (Liga de Basquete Feminino Brasileira), nunca pensei que tinha potencial para jogar fora do país. Mas meus planos mudaram dessas duas semanas pra cá. Pretendo chegar o mais longe que eu puder, eu amo muito o basquete. Se isso abrir portas para uma faculdade no exterior, melhor ainda”, afirmou.



Nos Estados Unidos, inicialmente, Beatriz Zanco disputará o chamado “basquete colegial”, ou high school, na língua inglesa – o que se refere ao ensino médio no Brasil. Depois, ela poderá dar o salto ao basquete universitário (college), o último degrau antes de se profissionalizar num time de basquete americano.


Em sua curta trajetória até hoje no basquete, Beatriz conquistou a Taça Paraná Sub-17 pela equipe de Toledo, além da fase macrorregional dos Jugos da Juventude. Na final dos Jogos Escolares, pelo Anglo Maringá, a ala/pivô marcou incríveis 74 pontos somando a semifinal e a final. Só na decisão, foram 39.

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